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Cinema · · 2 min de leitura ·

O Cirque de Soleil colore Gramado e a comédia Colegas brilha na noite do festival

O Cirque de Soleil colore Gramado e a comédia Colegas brilha na noite do festival




A noite desta segunda-feira foi de muita festa no Festival de Gramado. E a "farra" audiovisual foi pra lá de colorida e divertida, com artistas internacionais e profuções nacionais que fizeram bonito.

O clima era de festa na noite desta segunda-feira, 13, em Gramado. O público que prestigiou o tapete vermelho, encarando a queda acentuada de temperatura não se arrependeu e uma das razões (surpresa para muitos) estava no espetáculo de cores no início da noite. Afinal, os artistas do Cirque du Soleil, do espetáculo Varekay, atualmente em Porto Alegre, deram uma esticada até a serra e avançaram pelo tapete vermelho.

Eles fizeram graça e esbanjaram um colorido deslumbrante. E a brincadeira seguiu evento adentro, pois a dupla de palhaços e mais cinco personagens do show não se deram por satisfeitos e "invadiram" o Palácio dos Festivais, levando muita cor para a sala que tradicionalmente funciona às escuras. Um barato! Confira as fotos no álbum!

Na sequência, chegava a hora do público conferir o primeiro curta da noite, Meta, dirigido e estrelado por Rafael Baliu. Bem humorado, a produção de clima totalmente despojado conseguiu arrancar alguns risos da plateia, com a história de um aluno da faculdade de cinema, às voltas com a realização de um curta e a paixão por uma amiga de lá. Funcionou e foi aplaudido.

Em seguida, era a hora dos espectadores assistirem a produção argentina Diez Veces Venceremos, dirigida por Cristian Jure. O longa mostra a luta dos índios Mapuche para manter suas terras longe da ganância do homem branco, que os pressionam e chegam a acusar por atos terroristas nunca cometidos. O documentário tem uma levada bastante próxima de um modelo reality show, com câmera no protagonista e ele falando para ela.

Deixando de lado o contexto histórico, que é inquestionável, a produção revelou-se um pouco confusa em sua construção, culminando com uma piadinha sobre ela própria (já no fim) e, de certa forma, isso tirou toda a seriedade que se imaginava tentavam passar. Aplaudida, talvez, mais por educação do que por um "gostar".

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