A história da retrocompatibilidade nos consoles

Os gamers ficaram animados com a notícia de que tanto o Xbox Series X quanto o PlayStation 5 serão capazes de rodar os jogos de suas gerações anteriores. Afinal de contas, isso dá aos novos consoles acesso a um catálogo de milhares de títulos, muitos deles clássicos, logo no primeiro dia, além de preservar o investimento feito em jogos da geração atual.
Mas a retrocompatibilidade, nome dado a esta capacidade de rodar games das gerações passadas, não é algo novo. Na verdade, é algo quase tão antigo quanto a própria indústria dos games.
Neste artigo, vamos mostrar consoles do passado que eram compatíveis com seus antecessores. Notem que consideramos como “retrocompatibilidade” a capacidade de um console rodar jogos a partir da mídia física (cartuchos ou CDs) da geração anterior.
Um dos primeiros consoles com retrocompatibilidade no mercado foi o Sega Mark III, lançado no Japão em 1985, que deu origem ao nosso Master System. Ele é capaz de rodar todos os jogos de seu antecessor, o SG-1000, já que seu hardware é um “upgrade” do modelo anterior.
Os consoles que levaram ao Master System. De cima para baixo, da esquerda para a direita: Sega SG-1000, SG-1000 Mark II, Sega Mark III e Sega Master System.
A mesma estratégia foi usada na geração seguinte: o Mega Drive pode rodar jogos do Master System porque é uma expansão do hardware do Master. Tudo o que é necessário é um adaptador para ajustar a pinagem do slot de cartuchos. Ele era vendido pela Sega com o nome de Power Base Converter, mas também era produzido por outros fabricantes.
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