Anthropic vai identificar textos e imagens gerados pelo Claude

A Anthropic vai começar a identificar conteúdos gerados pelo Claude com metadados e marcas d’água digitais imperceptíveis ao olho humano. A mudança será aplicada a textos, imagens e outros arquivos de mídia produzidos pelos novos modelos de inteligência artificial.
A empresa anunciou a medida como resposta às exigências de transparência do Regulamento de Inteligência Artificial da União Europeia. As regras entraram em vigor em 2 de agosto e obrigam que sejam adotados mecanismos para indicar quando um conteúdo foi criado por IA.
Embora a obrigação venha da União Europeia, a Anthropic aplicará a mudança globalmente em diferentes formas de acesso ao Claude, incluindo APIs, aplicativos comerciais e interações em nuvem com parceiros como AWS, Google Cloud e Microsoft Foundry.

A Anthropic adotará dois tipos de identificação, dependendo do conteúdo gerado. Para textos, o Claude passará a inserir uma marca d’água na estrutura das respostas, algo semelhante ao que o Google faz com as imagens geradas através do Gemini — o chamado SynthID.
Essas marcas não aparecem no conteúdo, como o logo do Gemini em imagens geradas pela IA do Google, ou o texto “Meta AI” em edições feitas pelo sistema da empresa de Mark Zuckerberg.
A dona do Claude não deu nome à marca, mas, assim como a solução da gigante das buscas, ela não deve alterar o conteúdo. Além disso, deve continuar associada ao texto mesmo se o usuário copiá-lo e transferir para outro programa.
Fonte: Tecnoblog
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