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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Meta começa a ser julgada nos EUA por prejudicar crianças e adolescentes

Meta começa a ser julgada nos EUA por prejudicar crianças e adolescentes

A Meta começará a ser ouvida nesta terça-feira (18/08) em um julgamento nos Estados Unidos, sob acusação de que suas redes sociais teriam violado leis que protegem a saúde e a privacidade de crianças e adolescentes.

O processo foi movido por 29 promotorias estaduais e pede US$ 1,4 trilhão (R$ 7,28 trilhões) em multas. Outro objetivo é obrigar a companhia a fazer mudanças em seus produtos, como forma de seguir as leis de proteção aos consumidores.

Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

“Nós discordamos veementemente destas acusações e estamos confiantes que as evidências mostrarão nosso compromisso de longa data com o apoio aos jovens”, disse um porta-voz da empresa à BBC.

Especialistas em direito ouvidos pela CNBC comparam o processo às ações movidas contra a indústria do tabaco nos anos 90, quando fabricantes de cigarros foram forçadas a pagar bilhões de dólares por esconder da população os perigos de seus produtos à saúde. Depois disso, a influência do setor diminuiu consideravelmente.

A empresa dificultaria, inclusive, a diminuição do uso das redes, usando notificações para atrair os adolescentes de volta às plataformas.

Símbolo de like (mão com o polegar levantado) em 3D
Botão de like é apontado como um dos fatores viciantes das redes (imagem: Mizter_X94/Pixabay)

Outro ponto é que os produtos da Meta teriam prejudicado a educação e o sono dos adolescentes. Os filtros visuais presentes nas redes também teriam como consequência o aumento de transtornos alimentares e dismorfia corporal.

Fonte: Tecnoblog

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