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Cinema · · 2 min de leitura ·

Exclusivo: Astrid Berges-Frisbey fala sobre A Filha do Pai, Piratas do Caribe e novos projetos

Exclusivo: Astrid Berges-Frisbey fala sobre A Filha do Pai, Piratas do Caribe e novos projetos




A jovem atriz interpreta a personagem principal de A Filha do Pai, que estreia nesta sexta-feira. Em entrevista ao AdoroCinema, ele falou destas experiências e de sua visão do cinema.

Aos 26 anos de idade, a atriz franco-espanhola Astrid Berges-Frisbey ainda não é muito conhecida no Brasil, mas ela tem despontado com um das apostas do novo cinema europeu. Depois de surpreender em Uma Barragem contra o Pacífico e ser chamada por Rob Marshall para interpretar a sereia de Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas, Astrid conquistou seu primeiro papel principal em A Filha do Pai, que chega aos cinemas nesta sexta-feira.

Neste drama, ela interpreta Patricia, a filha de um escavador de poços, em uma região pobre e rural da França pós-Segunda Guerra Mundial. Ela conhece um jovem rico e se apaixona por ele, mas as diferentes condições sociais dos dois impedem a relação amorosa. Em entrevista exclusiva ao AdoroCinema, durante o Festival Varilux de Cinema Francês, ela conversou mais sobre esta produção e sobre sua visão do cinema:

O diretor Daniel Auteuil já tinha definido todo o seu elenco, porque ele já tinha filmado com todos os outros atores. Só faltava a garota. Eu fiz um teste de elenco com prazer, porque eu já conhecia este texto. Quando fiz aulas de teatro, este foi o primeiro texto que eu apresentei em cena. Desta vez, eu pude interpretar este personagem com um pouco mais de experiência.

Como você se preparou para interpretar Patricia? Você assistiu ao filme original, de 1940, dirigido pelo próprio autor do livro?

Daniel não queria que a gente visse o filme, e todos concordaram. Nós queríamos criar nossa própria versão. O desafio para compor Patricia era encontrar sua maneira de se expressar. Ela não tem o sotaque do sul, porque ela foi criada em Paris. A linguagem de Pagnol é típica do sul, então foi complicado descobrir como fazer o personagem falar sem o sotaque, e mesmo assim fazer parte desse contexto.

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