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Tecnologia · · 2 min de leitura ·

Meta colocou seres humanos para concluírem tarefas de agentes de IA

Meta colocou seres humanos para concluírem tarefas de agentes de IA

A Meta estaria testando o uso de atendentes humanos terceirizados em chamadas telefônicas que deveriam ser operadas pelo agente de IA Muse. A funcionalidade experimental, batizada de “concierge humano”, permite que, em algumas ocasiões, atendentes humanos discretamente assumam o controle de uma ligação.

O tal concierge seria um complemento a uma funcionalidade do Muse que permitia aos usuários usar o assistente para contatar estabelecimentos para agendar horários ou checar disponibilidade de produtos, entre outras ações. Os testes vinham ocorrendo desde agosto.

Em mensagens obtidas pela agência Reuters, a empresa explicava que “o Muse agora é capaz de repassar pedidos a um agente treinado, que realiza a chamada e cuida de todo o processo”. Essa operação com auxílio humano, porém, foi encerrada após críticas de funcionários.

Segundo apuração da agência, as queixas internas seriam motivadas por riscos à privacidade dos usuários. A preocupação é com a possível exposição de dados pessoais e outras informações sensíveis a funcionários terceirizados de call centers.

Não há muitas informações sobre o funcionamento da ferramenta, mas, como estamos falando de um redirecionamento “discreto”, entende-se que a transição possa não ser bem sinalizada.

Em resposta à repercussão negativa, uma executiva do Laboratório de Superinteligência admitiu em outro comunicado que “foi uma falha” iniciar os testes com operadores sem os devidos avisos de transparência. Ela confirmou que a novidade foi revertida por enquanto.

Fonte: Tecnoblog

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