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Games · · 2 min de leitura ·

Mesmo mais poderoso, Xbox Series X iguala resultados do PS5; por quê?

Mesmo mais poderoso, Xbox Series X iguala resultados do PS5; por quê?




Toda a campanha de marketing da Microsoft para o Xbox Series X sempre bateu em uma tecla muito clara: o console é o mais poderoso do mundo. Desde o começo, quando a companhia anunciou a capacidade de 12 teraflops em poder de processamento, a mensagem foi sempre a de que os jogos rodariam melhor em sua plataforma.

Agora, duas semanas depois do lançamento, não é isso que se vê. Vários dos jogos multiplataforma, inclusive aqueles que têm acordos comerciais com a Microsoft, mostram que a briga, por enquanto, parece muito mais parelha do que se imaginava inicialmente. Em alguns aspectos, o PlayStation 5 tem se mostrado superior em desempenho do que o Xbox Series X, mesmo que suas especificações técnicas não sejam tão robustas no papel.

Quem aponta esses detalhes é o pessoal do Digital Foundry, que há anos é especializado em discussões profundamente técnicas sobre desempenho de videogames. Em comparação entre as duas plataformas, foi possível observar o PS5 superando em vários pontos de análise em títulos como “Assassin’s Creed: Valhalla”, “DiRT 5”, “Call of Duty: Black Ops Cold War” e “Devil May Cry 5”.

As “derrotas” sofridas pelo Xbox variam de jogo para jogo. Em “Devil May Cry 5”, a vantagem da Sony fica na taxa de quadros, com o modelo da Microsoft encarando quedas de framerate mais agudas do que o concorrente. Já no novo “Assassin’s Creed”, o Xbox em alguns momentos acaba vendo a taxa cair abaixo dos 60 quadros por segundo, e até mesmo screen tearing pode ser observado em algumas instâncias.

No caso de “DiRT 5”, as diferenças estão nas texturas, com evidente vantagem para a Sony em questão de qualidade gráfica, o que a própria Codemasters já reconheceu e promete um patch de correção. Enquanto isso, em “Call of Duty”, a vantagem do PS5 fica no modo de 120 quadros por segundo.

Tudo isso mostra que, neste momento, não há uma resposta clara sobre qual console roda melhor os jogos de nova geração. Não é a situação que a Microsoft gostaria após passar quase o ano inteiro batendo na tecla do “console mais poderoso do mundo”.

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