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Games · · 2 min de leitura ·

Diretoria da Riot Games inocenta CEO de acusações de assédio

Diretoria da Riot Games inocenta CEO de acusações de assédio




O processo movido pela ex-funcionária da Riot Games, Sharon O’Donnell, contra o CEO da empresa, Nicolo Laurent, por assédio sexual, não vingou. Após conduzir uma investigação interna, o estúdio responsável pelo jogo League of Legends disse que não encontrou “nenhuma evidência” de assédio de Laurent contra O’Donnell, segundo informou o The Washington Post. 

“Concluímos que não havia evidências de que Laurent assediou, discriminou ou retaliou a requerente”, declarou a empresa em um comunicado. “Portanto, chegamos à conclusão de que, no momento … nenhuma ação deve ser tomada contra Laurent”, concluiu o comitê especial da diretoria da Riot.

A decisão da empresa se deu no mesmo dia em que pediu ao Tribunal Superior do Condado de Los Angeles para acelerar o processo judicial em um esforço para levar o caso para a arbitragem – forma de solucionar conflitos com prazos mais curtos que o judiciário.

Em janeiro, Sharon O’Donnell, ex-assistente do CEO da Riot Games, abriu processo contra a empresa alegando que Laurent enviou mensagens de texto com teor sugestivo e propostas de cunho sexual. O caso veio à tona na mídia um mês depois.

Em uma delas, a ex-assistente afirma que Laurent fez um trocadilho com as palavras “come (vir)” e “cum (gozar)”, sugerindo que ela “gozasse” até sua casa, enquanto sua esposa estava viajando. Em uma outra mensagem anexada ao processo, Laurent teria sugerido que sua esposa tem ciúmes de mulheres bonitas, o que faria com que ela tivesse ciúmes de Sharon. 

Laurent também teria perguntado a O’Donnell se ela conseguiria “lidar com ele quando eles estivessem sozinhos em casa”. O processo ainda diz que ela foi demitida da empresa, em julho de 2020, por ter se recusado a ir à casa do executivo. 

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