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Games · · 3 min de leitura ·

Review: ‘Death Stranding’ é muito melhor no PS5, mas não inova no ‘Director’s Cut’

Review: 'Death Stranding' é muito melhor no PS5, mas não inova no 'Director's Cut'




Quer ache reciclagem comercial ou não, a verdade é que as edições remasterizadas, remakes e versões do diretor de jogos já lançados fazem parte da indústria. Lembro do primeiro ano útil do PlayStation 4 (PS4) quanto ‘The Last Of Us Remastered’ foi lançado apenas um ano após o game original. Havia algumas adições que valiam a pena? Sim. Era o mesmo jogo? Também, mas o que precisava ser levado em questão era que o título existia especificamente para o então novo console, aproveitando todos os recursos propostos. É a mesma coisa com ‘Death Stranding Director’s Cut‘.

Um dos títulos mais complexos e premiados de 2019 precisava ser reapresentado à nova geração de consoles, sabe? Parecia certo. Tal qual o corte do diretor de ‘Ghost of Tsushima‘ se propôs a melhorar todos os aspectos já conhecidos, Hideo Kojima também foi esperto em ampliar as funcionalidades do game para deixá-lo com a cara do PlayStation 5 (PS5) – não com novidades, mas sim com o caráter de “experiência definitiva”. E volto a dizer, por mais polêmico que seja: há jogos lançados para o PS4 que mereciam ter chegado ao hardware atual e de forma exclusiva.

Tal qual os reviews de ‘Ghost of Tsushima Director’s Cut’ e ‘Days Gone’ para PC, não irei me alongar muito quanto à trama do jogo em questão, visto que estamos falando de um título lançado no fim de 2019. No entanto, saiba que a história de ‘Death Stranding’ se passa em um mundo que foi devastado por um estranho fenômeno, no qual criaturas invisíveis do mundo dos mortos atravessaram para o universo dos vivos e matam milhões de pessoas. Os poucos humanos que sobreviveram se escondem em abrigos sem contato com o exterior, enquanto os seres ainda vagam por aí.

O isolamento dos sobreviventes deixou o mundo dividido e a líder das “Cidades Unidas da América” acredita que a única forma de se tornar uma sociedade de novo é reconectar as pessoas. A trama, então, segue os passos de Sam Porter Bridges (Norman Reedus), um entregador que leva pacotes importantes de uma comunidade para outra. Após um impactante acontecimento no início do jogo, o objetivo do protagonista se torna algo ambicioso: conectar todas as comunidades a uma rede única e assim ajudar a reerguer a população – ou o que sobrou dela.

Por se tratar do PS5, a Kojima Productions trouxe muito mais que apenas um novo visual aprimorado e acrescentou novas missões, mecânicas de entrega exclusivas e a possibilidade de reviver as batalhas contra os chefões, além do claro upgrade visual. No console atual da Sony, há dois modos: Performance, que tem resolução 4K com 60 FPS; e o Fidelidade, que apresenta os mesmos 4K, porém com uma taxa de quadros inferior e tecnologia Ray Tracing.

Além disso, há o áudio 3D, que talvez seja um dos recursos mais legais do PS5. Assim como ‘Returnal‘ e ‘Ratchet & Clank: Em Uma Outra Dimensão‘, o som cristalino sai tanto da TV quando do próprio controle, algo que te dá a sensação de estar ouvindo Sam Bridges e outros personagens ao seu lado. A adição é um dos pequenos…

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