Indústria de games também foi atingida por queda do Facebook

O exemplo mais óbvio é o Oculus, de propriedade também de Mark Zuckerberg, que exige para utilização desde outubro de 2020 aos novos usuários que tenham uma conta na rede social. Foram relatadas várias exclusões de contas da plataforma, algo que elimina todas as compras feitas pelo headset de realidade virtual aumentada.
Por meio do Twitter, a Oculus confirmou que “algumas pessoas” estavam tendo problemas para acessar aplicativos e usar os fones de ouvido durante a queda. Usuários, claro, reclamaram da posição da empresa – principalmente porque o anúncio era idêntico à declaração geral feita anteriormente pelo Facebook.
Da mesma forma, as empresas de games que permitem aos usuários fazerem login com as contas do Facebook, em vez de registrar um login específico para o jogo, também foram afetadas. A Electronic Arts (EA) e a Niantic reconheceram os problemas enfrentados no ‘FIFA Mobile‘ e no ‘Pokémon Go‘.
Na atualização que explica a queda, o Facebook escreveu que “pessoas e empresas em todo o mundo” confiam na plataforma todos os dias para se manterem conectados. “Entendemos o impacto que quedas como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços”, comentou.
“Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente”, concluiu o Facebook, que assim com os outros apps, retornou à normalidade por volta das 19h (horário de Brasília) da última segunda-feira (4).
Todo o pacote de aplicativos e sites do Facebook caiu por volta das 12h de segunda-feira (4). A empresa posteriormente explicou que isso ocorreu por conta de problemas causados por “mudanças de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos centros de dados”.
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