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Games · · 2 min de leitura ·

Fifa quer US$ 1 bilhão a cada 4 anos da EA Sports por utilização do nome no jogo

Fifa quer US$ 1 bilhão a cada 4 anos da EA Sports por utilização do nome no jogo




A razão pela qual a EA Sports está cogitando mudar o nome da popular franquia de futebol foi revelada: muito dinheiro. De acordo com reportagem publicada pelo jornal The New York Times, a Fifa pediu mais do que o dobro do valor atual para renovar o contrato de licenciamento que permite à desenvolvedora utilizar o nome da entidade na série de games.

A Fifa quer receber mais de US$ 1 bilhão a cada quatro anos, o ciclo estabelecido pelas Copas do Mundo. Ainda conforme a matéria, a entidade também quer limitar a monetização do jogo – algo que teria sido a “cereja do bolo” para que a Electronic Arts (EA) repensar a ligação com a marca.

O texto do New York Times ainda explica que a federação quer limitar as oportunidades de monetização da EA que podem ser encontradas no jogo, Por outro lado, a desenvolvedora estuda meios de explorar ainda mais as formas de ganhar dinheiro com a franquia, incluindo “destaques de jogos em tempo real, torneios virtuais e produtos digitais como NFTs”.

A organização e a empresa também discordam em relação à extensão dos direitos de exclusividade. Após divulgar que está busca de novas oportunidades de arrecadação com licenças, a Fifa solicitou que a utilização da marca pela EA se “limite apenas ao game em si”. O jornal afirma que uma decisão sobre a disputa deve ser divulgada até o fim de 2021.

O fim do acordo entre a Fifa e a EA pode encerrar o uso da marca da maior franquia de games de futebol atualmente, que utiliza o nome da entidade desde 1993, quando foi lançado com o jogo ‘Fifa International Soccer’. Caso assim for, a desenvolvedora terá que rebatizar a série quanto o negócio atual de dez anos terminar – após a Copa do Mundo do Catar em 2022.

Há cerca de uma semana, a EA Sports revelou que já está explorando a ideia de mudar o nome da franquia, deixando claro que o hipotético fim da relação com a federação internacional de futebol não põe em causa a licença de uso dos clubes e jogadores. Ou seja, outros contratos com organizações como a Uefa e o FIFPro, sindicato mundial de jogadores, ainda garantem o uso de nomes de atletas e as características físicas, além de escudos, estádios e etc.

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