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Cinema · · 3 min de leitura ·

Mostra SP: O filme coreano Confissão de Assassinato é ação do começo ao fim

Mostra SP: O filme coreano Confissão de Assassinato é ação do começo ao fim




Diretor fã de O Exterminador do Futuro revela a origem da ideia em entrevista exclusiva, depois da exibição de seu longa. Confira!

Segundo dia de Mostra SP e um problema na projeção na sala do MIS atrapalhou o cronograma do dia e a sessão do filme indiano The Lunchbox foi perdida. A boa notícia é que um filme de diretor estreante na ficção, e do Foco Coreia, acabou se mostrando um achado. 😉

Supresa / Um policial não consegue capturar um assassino serial. Quinze anos depois, a pena prescreveu e um homem aparece se dizendo autor dos crimes. Ele lança um livro e o sucesso atrai as atenções da mídia e das pessoas, deixando no ar a dúvida se tudo não seria apenas um golpe publicitário. Escrito e dirigido por Jung Byung-Gil, estreando na ficção, Confissão de Assassinato é ação do começo ao fim e um colírio para os olhos da turma que se amarra em sequências inspiradas, mentirosas e divertidas. Criticando bastante a sociedade, o roteiro ainda reserva reviravoltas na trama. Em entrevista exclusiva, o cineasta contou que teve a ideia a partir de uma notícia sobre um criminoso japonês. "Ele matou a namorada, comeu ela e depois público um livro", disse o fã de O Exterminador do Futuro.  A sala estava cheia e as risadas vieram para este filme, que teve orçamento de US$ 3.5 milhões e conquistou o Prêmio de Melhor Roteiro no Baek Sang Art Awards, da Coreia do Sul.

Não colou 🙁 Lule e Rama aparentam formar um casal perfeito. Eles levam a vidinha numa boa, frequentam a praia, preparam um churrasco com amigos durante o Natal, transam com frequência e costumam fazer umas brincadeiras violentas entre si. A coisa só muda de figura quando eles estão longe um do outro e o jovem deixa aflorar seu lado de pegador, ainda mais quando desconfia que sua namorada possa fazer o mesmo. Agora, se para eles na ficção está tudo ok, para quem está na poltrona, o desconforto é um só. Isso porque simplesmente nada acontece. Los Tentados é curto (83 minutos), parece ser longo e não diz a que veio. Escrito e dirigido por Mariano Blanco, o cineasta hermano contou ao público (que encheu a sala) estar contente com a primeira exibição fora da Argentina. Este é o seu segundo longa e o primeiro ficção.

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