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Cinema · · 2 min de leitura ·

Exclusivo – Diretor da estreia Blood Money explica por que condena o aborto, mesmo em caso de estupro

Exclusivo - Diretor da estreia Blood Money explica por que condena o aborto, mesmo em caso de estupro




O diretor David K. Kyle justifica as suas opiniões sobre o aborto em entrevista exclusiva, na ocasião do lançamento de Blood Money – Aborto Legalizado.

Estreia nesta sexta-feira o documentário Blood Money – Aborto Legalizado, dirigido pelo americano David K. Kyle. O filme é um ataque feroz à prática do aborto legalizado nos Estados Unidos, considerado como uma indústria sanguinária financiada com dinheiro público. O filme adota posturas muito polêmicas, dizendo que preservativos são falhos e incentivam o sexo sem fins de procriação, que toda experiência de aborto leva ao arrependimento da mulher e que a prática legal do aborto seria pior do que a escravidão, e comparável ao nazismo, por tentar dizimar bebês.

Diante de tamanha controvérsia, o diretor conversou em exclusividade com o AdoroCinema sobre o seu filme, explicando porque condena o aborto, mesmo em caso de estupro, e porque evitou o discurso religioso no documentário. Você também pode ler a crítica do AdoroCinema sobre o filme.

Bom, este filme pode dialogar com qualquer um, independentemente da opinião sobre o aborto. Se a pessoa já é contra o aborto e assiste ao filme, nós esperamos que ela aprenda ainda mais sobre o assunto, porque a verdade é que a vida nasce desde a concepção, e que as mulheres têm problemas depois do aborto. É importantíssimo que as pessoas saibam disso. É isso que as pessoas pró-morte não querem que a população descubra, porque senão todos vão passar a defender a vida. E os pró-morte poderão pensar sobre o assunto, e descobrir o que realmente se passa dentro de uma clínica de aborto.

O filme defende vários dogmas cristãos, mas nunca fala em nome de nenhuma religião. Por quê?

Bom, nos Estados Unidos, se você faz um filme religioso, ele imediatamente será ignorado pelas mídias. Pode-se pensar que este tema é religioso, mas ele diz respeito a todo mundo, porque fala sobre a vida humana. E o maior direito de todas as pessoas é o direito à vida. Que você tenha uma religião ou não, você pode concordar com a ideia que todas as formas de vida são válidas.

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