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Games · · 2 min de leitura ·

Review | Total War Warhammer III é um monstro de um jogo e deve ser o novo rei da estratégia

Review | Total War Warhammer III é um monstro de um jogo e deve ser o novo rei da estratégia




A série Total War: Warhammer estará de volta para o volume III – que é, oficialmente, a última rodada. Saem elfos, ratos e lagartos disputando um tornado mágico, entram demônios, humanos e ogros tentando tirar um deus urso da versão local do inferno.

Não é spoiler, está na introdução. A sinopse pode ser assim mínima porque ambos são jogos que não se joga pela história. São jogos de estratégia: o gameplay é tudo, a história só dá uma motivação. Assim, como se salva o Ursinho Pooh é o que realmente importa. E isso, bem… Isso é um dos maiores espetáculos que a indústria de games pode trazer.

Nesta resenha de Total War: Warhammer III vamos responder a duas perguntas: uma, esse jogo é uma sequência digna ao já universalmente aclamado Total War: Warhammer 2? Duas: ele é um grande jogo por si só, para quem está chegando agora?

Para quem precisa de apresentações, Total War é a maior franquia de estratégia do mundo, pelo critério de número de jogos lançados, e a segunda maior no critério de vendas, após Civilization. É um jogo híbrido de turnos e tempo real: decisões como construção, recrutamento e diplomacia acontecem por turnos, como Civilization. Batalhas, em tempo real, como Age of Empires – mas muito mais sofisticadas.

As batalhas na série Total War são conhecidas pela escala e complexidade tática, que simplesmente não existia em outras séries quando ela surgiu, em 2000. Unidades são compostas por até centenas de indivíduos, somando alguns milhares no campo de batalha (dependendo das facções, não é difícil ter mais de 4 mil ao mesmo tempo).

Realisticamente, as unidades não duram até à morte do último indivíduo, como na estratégia tradicional, mas até uma delas ter seu moral quebrado, entrar em pânico, e bater em retirada. Fatores como alguém estar cercado, ser atacado pelos flancos, receber uma carga de cavalaria, ter vantagem de altitude, estar sob fogo pesado, a direção do ataque, e mais influenciam como uma batalha é travada: quantos inimigos morrem e como seu moral é afetado.

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