
Cientistas criaram o maior mapa de campos magnéticos do Universo já registrado na história da astronomia. O estudo foi publicado pela Sociedade Astronômica da Austrália.
Uma equipe global liderada pela agência científica nacional da Austrália, a CSIRO, coordenou o projeto. Os pesquisadores mapearam as forças medindo a luz de quase 4 milhões de galáxias.
A radiação foi analisada enquanto sofria distorções e viajava pelo espaço intergaláctico profundo. O novo mapa recebeu o nome técnico de SPICE_RACS (Spectra and Polarisation In Cutouts of Extragalactic Sources from the Rapid ASKAP Continuum Survey).
O mapeamento foi feito pelo Australian Square Kilometre Array Pathfinder. Trata-se do arranjo de radiotelescópios mais potente do país, localizado na Austrália Ocidental.
O equipamento consegue digitalizar imensas áreas do céu. Ele alcança os limites mais distantes e profundos de estruturas estelares antes inacessíveis para os cientistas.
O novo banco de dados é cinco vezes maior e consideravelmente mais detalhado do que todas as iniciativas anteriores já tentadas.
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