
Seja para a cidade vizinha ou para a Lua, toda viagem em grupo tem perrengues engraçados de contar. E com a Artemis 2, da NASA, não foi diferente. Lançada em 1º de abril de 2026, a missão marca o primeiro voo tripulado da agência espacial ao redor da Lua em mais de meio século. Apesar de ser uma jornada histórica, a viagem foi marcada por contratempos bem mundanos, como problemas no banheiro e falhas no Outlook.
A 400 mil quilômetros da Terra, a tripulação precisou recorrer a protocolos de emergência e suporte técnico remoto para garantir a continuidade da missão espacial.
O Sistema Universal de Gestão de Resíduos (UWMS), projetado para operar em microgravidade por meio de um ventilador de sucção, apresentou defeitos logo no início da missão.
A astronauta Christina Koch, a primeira mulher a atingir a órbita lunar, executou o reparo inicial sob orientação do centro de controle em Houston.
No entanto, o diretor de voo Judd Frieling confirmou posteriormente uma nova obstrução causada por urina congelada na linha de ventilação. Isso exigiu que a Orion fosse rotacionada em direção à luz solar para tentar descongelar o duto com o calor dos raios solares.
Devido à instabilidade do sistema principal, a equipe precisou utilizar o Urinol Dobrável de Emergência. Após o descongelamento parcial, o controle da missão autorizou o uso do banheiro. Mas novas ordens da comunicadora Jenny Gibbons restringiram o uso novamente, o que forçou o retorno aos kits de contingência.
Entre para comentar.