Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 27 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura ·

Eclipse lunar total: o que é a Lua de Sangue

Eclipse lunar total: o que é a Lua de Sangue

Você já deve ter lido aqui no Olhar Digital sobre a “Lua de Morango”, a “Lua Azul”, a “Lua Negra” e outras designações que o satélite natural da Terra recebe de acordo com cada situação. E, na próxima semana, acontece mais um desses fenômenos que apelidam a nossa companheira: a “Lua de Sangue”.

Na próxima terça-feira (3), haverá um eclipse lunar total visível para algumas partes do planeta. O fenômeno terá duração total de 5 horas e 39 minutos, com 58 minutos de totalidade.

Quem estiver na América do Norte, na maior parte da América do Sul, em regiões do Pacífico e em áreas da Oceania, especialmente no leste da Austrália e na Nova Zelândia, poderá acompanhar o fenômeno por completo, incluindo a fase penumbral, quando a Lua começa a escurecer de forma sutil antes da parcialidade e da totalidade – a chamada “Lua de Sangue”.

O eclipse total será visível principalmente nas regiões mais orientais da Ásia, no leste da Austrália e na Nova Zelândia, além de áreas do Oceano Pacífico e do oeste da América do Norte. Nessas regiões, a Lua ficará vermelha durante a totalidade e depois retornará lentamente à sua cor normal. Na Nova Zelândia, por exemplo, a fase máxima ocorrerá após a meia-noite, já no dia 4 no horário local.

Em partes do leste da Ásia e do oeste e centro da Austrália, o eclipse começa antes do nascer da Lua. Os observadores verão o satélite nascer parcialmente eclipsado, podendo acompanhar a coloração avermelhada durante a fase total, mesmo que o início do fenômeno não seja totalmente percebido.

No leste da América do Norte e no extremo oeste da América do Sul, o eclipse termina após o pôr da Lua. Nessas áreas, o satélite surgirá baixo no horizonte, com a fase final ocorrendo quando ele já estiver se aproximando do horizonte, o que limita a observação completa.

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