
Uma descoberta feita por geocientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, parece marcar uma nova fase nos estudos sobre as placas tectônicas.
Antes de falar sobre ela, é importante destacar que essas placas são a camada externa mais “fina” do planeta Terra. E esse “fina” está entre aspas, pois elas possuem, em média, mais de 100 quilômetros de espessura.
As placas tectônicas flutuam sobre o magma, são divididas em crosta oceânica e continental e se encaixam como um quebra-cabeça. Elas foram as responsáveis pela separação da Pangeia e por desenhar os continentes e os oceanos como conhecemos hoje.
Até agora, os cientistas acreditavam que essas estruturas só sofriam desgaste nas chamadas zonas de subducção – ou seja, nas regiões onde as placas convergem ou se chocam. São as regiões também onde mais ocorrem terremotos e erupções vulcânicas.
Ok, aprendemos mais sobre as placas tectônicas, mas que impacto essa descoberta pode ter no nosso dia a dia? O Jornal da USP ouviu alguns especialistas que nos dão um panorama interessante.
O professor do Instituto de Oceanografia da Universidade de São Paulo Felipe Toledo afirma que não veremos uma nova formação de continentes:
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