Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 1 de outubro de 2025 · 2 min de leitura ·

Flashes de esmeralda e safira transformam o pôr do Sol

Flashes de esmeralda e safira transformam o pôr do Sol

Quando o Sol se põe, os tons dourados e alaranjados que tingem o céu já garantem uma despedida de tirar o fôlego. Mas, às vezes, isso pode ficar ainda mais espetacular – quando a ciência e a natureza, juntas, proporcionam fenômenos ópticos tão incomuns que parecem lendas. É o caso de uma visão breve conhecida como flash verde e de seu irmão ainda mais raro, o flash azul.

O flash verde é um brilho esmeralda que se estende por apenas alguns segundos, coroando o disco solar no momento exato em que ele desaparece no horizonte. Já o flash azul é uma visão ainda mais rápida e exige condições atmosféricas perfeitas.

Em um feito notável, a fotógrafa Marina Prol capturou ambos em dias consecutivos, em Gran Canaria, na Espanha: primeiro o azul, na sexta-feira (26), depois, o verde, no sábado (27).

Para testemunhar um flash, você precisa de um horizonte desobstruído e um dia sem nuvens ou neblina. Locais ideais são o mar, o topo de montanhas ou edifícios altos. No entanto, é fundamental tomar precauções para proteger sua visão.

Nunca olhe diretamente para o Sol até que ele esteja quase completamente escondido no horizonte, pois sua luz pode causar sérios danos aos olhos e até cegueira.

A melhor maneira de observar o fenômeno é desviar o olhar do Sol e só voltar a focar quando a borda superior estiver prestes a sumir. Isso reduz os riscos e aumenta as chances de ver o brilho.

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