
A busca pela independência energética e novas formas de geração de energia solar levou pesquisadores do Instituto de Óptica da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, a estudar geradores termoelétricos solares (STEG) como uma fonte eficiente de geração de energia solar.
Segundo os pesquisadores, em nota publicada no site da Universidade de Rochester, “ao contrário da energia fotovoltaica atualmente usada na maioria dos painéis solares, os STEGs podem aproveitar todos os tipos de energia térmica, além da luz solar”.
STEGs são dispositivos que transformam calor em eletricidade usando o chamado efeito Seebeck. Esse efeito acontece quando dois materiais estão em temperaturas diferentes. As partículas carregadas, então, se movem de um lado para o outro e isso gera uma voltagem (energia elétrica).
Matéria na LiveScience explica que a baixa eficiência desse tipo de tecnologia ainda é um problema. Mas isso pode estar mudando. Pesquisadores da Universidade de Rochester desenvolveram um “metal preto” criado com laser, que torna o sistema mais eficiente.
Hoje os geradores termoelétricos conseguem transformar menos de 1% da luz solar em eletricidade, enquanto os painéis solares comuns usados em casas chegam a cerca de 20% de eficiência.
Em estudo publicado na Light: Science and Applications, os cientistas descrevem um novo método de engenharia e controle e calor que permitiu criar um dispositivo STEG capaz de gerar muito mais energia do que os equipamentos atuais. Com o método, é possível gerar 15 vezes mais energia.
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