
O déjà vu é uma das experiências mais intrigantes do cérebro humano. Trata-se da sensação estranha de já ter vivido uma situação inédita, como se o momento atual fosse uma repetição de algo que já aconteceu.
Embora ainda envolto em mistério, a ciência já sabe que o déjà vu é uma espécie de mecanismo de checagem de memória: ocorre quando a parte do cérebro que detecta familiaridade se dessincroniza da realidade, gerando a ilusão de reconhecimento.
Mas há outro fenômeno ainda mais raro e desconcertante: o “jamais vu”. Ele é considerado o oposto do déjà vu e provoca a sensação de estranhamento diante de algo que deveria ser absolutamente familiar, conforme explicou o portal Science Alert.
Enquanto o déjà vu gera uma falsa sensação de familiaridade, o “jamais vu” é o contrário: objetos, pessoas, lugares ou até palavras conhecidas parecem irreais, novos ou distantes.
Antes de explicarmos as diferenças entre esses fenômenos, vale uma explicação do significado dessas palavras francesas. Enquanto “déjà vu” significa literalmente “já visto”, a expressão “jamais vu” é traduzido como “jamais visto”.
Pesquisas recentes mostraram que o “jamais vu” pode surgir em situações simples do dia a dia, como:
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