
Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, publicaram um artigo no periódico científico The Astrophysical Journal Letters sugerindo que luas habitáveis – como Pandora, da franquia Avatar – podem ser detectadas em exoplanetas próximos usando uma técnica chamada astrometria, que mede pequenas oscilações na posição das estrelas.
Essa abordagem pode identificar luas com massa suficiente para manter atmosfera e oceanos. A descoberta reforça a ideia de que mundos semelhantes a Pandora podem existir em sistemas próximos do Sol.
S1 recebeu o apelido de “planeta em desaparecimento” porque não foi observado nos meses seguintes às primeiras detecções. Estima-se que ele possa voltar a ser visível entre 2026 e 2027, dependendo da órbita. Até lá, a comunidade científica o trata como um candidato promissor, mas não confirmado. Caso seja confirmado, seria a maior descoberta já feita pelo JWST.
Alpha Centauri is made up of a binary system of Sun-like stars (A & B) and a faint red dwarf (proxima). Webb data has provided the strongest evidence for a gas giant orbiting star A. pic.twitter.com/gDJbzpp0vw
Seis dos oito planetas do Sistema Solar, tirando Mercúrio e Vênus, têm pelo menos uma lua. A Lua da Terra parece ter se formado após uma colisão com outro protoplaneta, enquanto a gravidade de Marte provavelmente capturou dois objetos do cinturão de asteroides, que se tornaram as luas Deimos e Phobos.
Os gigantes gasosos Júpiter e Saturno são os que possuem atualmente o maior número de satélites naturais conhecidos. Júpiter tem 95 luas confirmadas, como Ganimedes, Europa e Io, algumas com oceanos subterrâneos ou potencial para habitabilidade. Saturno é o líder, com 274 luas confirmadas, entre elas Titã, com atmosfera densa e lagos de metano, e Encélado, que abriga oceanos subterrâneos que podem ser capazes de sustentar a vida.
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