
A Kepler Communications colocou o maior cluster de computação orbital para rodar. Lançada em janeiro de 2026, a rede tem 40 processadores Nvidia Orin distribuídos em dez satélites interconectados por comunicação a laser.
Além disso, a empresa canadense anunciou uma parceria com a Sophia Space. A startup vai testar seu sistema operacional nos satélites da Kepler, com o objetivo de lançar seu próprio satélite em 2027.
Basicamente, a Kepler fornece o “corpo” (os satélites e chips) e a Sophia testa o “cérebro” (o software) para ver se conseguimos processar dados no vácuo sem fritar circuitos.
A Sophia Space é uma startup que entra com a inteligência e a solução de um problema físico real: o calor. No vácuo do espaço, não tem ar para rodar uma ventoinha e esfriar o processador.
A Sophia desenvolve computadores com resfriamento passivo. Isto é, que não precisam de sistemas de refrigeração pesados e caros, o que é um pesadelo técnico para satélites.
A startup vai subir o seu sistema operacional para os satélites da Kepler. O desafio é fazer esse software controlar seis GPUs em dois satélites diferentes ao mesmo tempo.
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