
Sem o Sol, simplesmente não haveria vida na Terra. Afinal, as plantas dependem dele para a fotossíntese e geração de oxigênio, além de nos fornecer a energia térmica necessária para nossa sobrevivência.
Mas não podemos esquecer que nossa estrela é uma esfera que produz energia por meio de reações nucleares de fusão. Ou seja, nossa estrela não é uma bola calma que serve apenas para nos aquecer e nos manter vivos. E é exatamente por isso que ele pode emitir explosões massivas.
Essas explosões, conhecidas como tempestades solares, lançam partículas carregadas e radiação eletromagnética por todo nosso sistema. Embora muitas dessas explosões sejam, em boa parte, inofensivas, outras podem causar:
O ciclo costuma ocorrer a cada 11 anos. Ou deveria ocorrer. Segundo artigo na revista Space, 2025 marcaria o início do Ciclo Solar 25, com previsão de ser um ciclo solar relativamente fraco, parecido com o Ciclo Solar 24, que alcançou seu pico em 2014.
De acordo com a revista, esse novo Ciclo deveria ter começado entre agosto e setembro, mas não estamos no chamado máximo solar. Até porque, o ciclo pode variar de nove até 13 anos.
E foi exatamente isso que aconteceu. “Observamos picos de manchas solares entre os anos de 2023 e 2024 – com o pico ocorrendo em outubro de 2024, após início em 2022”, explica Ryan French, físico solar, em artigo na Space.
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