Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 4 de novembro de 2025 · 2 min de leitura ·

Superlua tem companhia especial no céu

Superlua tem companhia especial no céu

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, nesta quarta-feira (5), a Lua entra na fase cheia – e o visual tende a ser ainda mais espetacular do que de costume. Isso porque esta será uma “Superlua”, a segunda de 2025 (saiba tudo sobre a primeira aqui) e a maior do ano.

E ela surge no céu muito bem acompanhada: coladinha em um aglomerado estelar aberto chamado Plêiades, também conhecido como Messier 45 (M45) ou “As sete irmãs”.

De acordo com o guia de observação astronômica In-The-Sky.org, a aproximação máxima será na quinta-feira (6), às 12h51 (pelo horário de Brasília). Mas, na noite anterior, quando ocorre a Superlua, elas já aparecem bem pertinho logo após o anoitecer, pouco acima do horizonte a nordeste. O par atinge o ponto mais alto no céu por volta das 0h50, a 42º acima do horizonte na direção norte, desaparecendo de vista em torno das 4h40, sobre o horizonte noroeste.

A Lua estará com magnitude -12.8, e a de M45 será 1.3, com ambas localizadas na constelação de Touro. Quanto mais brilhante um objeto parece, menor é esse valor (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais brilhante do céu, tem magnitude aparente de -27.

Elas não estarão próximas o suficiente para caber no campo de visão de um telescópio, mas serão visíveis a olho nu ou através de um par de binóculos.

Não, você não leu errado: seis estrelas em destaque. Mas, então, por que são chamadas de “As Sete Irmãs”? Você vai saber mais adiante onde está a sétima estrela principal. 

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