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Cinema · · 2 min de leitura ·

Atores de Agents of S.H.I.E.L.D. e Agent Carter aprovam inclusão de personagem gay nas séries

Atores de Agents of S.H.I.E.L.D. e Agent Carter aprovam inclusão de personagem gay nas séries




Clark Gregg faz link da ideia com os Inumanos, enquanto Chloe Bennett fala sobre viagens no tempo e Hayley Atwell ri do susto que deu em James D'Arcy.

Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. e Agent Carter tiveram seus próprios painéis na Comic-Con 2015, mas foi com os caras do NerdHQ que quatro dos principais atores das séries conversaram, de maneira muito descontraída, sobre as atrações que estrelam.

O primeiro indicativo dessa liberdade foi o modo como se posicionaram sobre a inclusão de um personagem gay nas séries: de forma objetiva, mas sem se estender muito sobre o assunto. "Espero que sim. Acho que é completamente possível", respondeu Hayley Atwell (Peggy Carter), até passar a bola para Chloe Bennet com uma pergunta: "Está de acordo com isso, amor?"

"Estou mais preocupada com a viagem no tempo. Acho que essa seria a parte mais difícil", opinou a intérprete de Skye, até ser interrompida por Clark Gregg (Agente Coulson): "Se é que haverá algo que justifique uma viagem no tempo… Estou apenas dizendo!", disse o ator, alertando para a necessidade de que o elemento seja introduzido dentro de um contexto plausível.

"Eu definitivamente acho isso possível", Bennet respondeu, esperançosa de que isso aconteça e se dizendo obcecada por Elizabeth Henstridge. Foi então que Clark Gregg interrompeu o fluxo aleatório da conversa e começou a falar sério, destacando um modo de explorar os Inumanos de forma interessante e, assim, fazendo um link importante com a pergunta inicial – e ainda sobra espaço para ele brincar no final.

"Uma das coisas empolgantes em se ter os Inumanos como parte da história que estamos contando é que eles representam pessoas que se desenvolveram de forma diferente do que é considerado normal. Há pessoas que acham que isso é um problema, e eles deveriam ser separados ou exterminados. E há aqueles que acham esse um excitante desenvolvimento do que somos. Eu acho que é aí que o material dos quadrinhos e a nossa série começam a ficar relevantes. Isso é o que está acontecendo no mundo. De certa forma, como essa é a nossa história, não haver diferentes partes da comunidade LGBT representadas em nossa equipe será estranho. Então, isso precisa acontecer logo. E eu não digo isso apenas porque sinto uma atração por Iain De Caestecker."

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