Concurso de Críticas: Conheça o autor do melhor texto sobre Êxodo: Deuses e Reis

Proibido no Egito e no Marrocos, filme foi muito bem nas bilheterias brasileiras.
Êxodo: Deuses e Reis, novo épico de Ridley Scott, foi campeão das bilheterias brasileiras no fim de semana e o público dividiu-se entre elogios e duras críticas à "livre abordagem" bíblica. Comparações com Noé, o outro blockbuster "Antigo Testamento" do ano, também foram inevitáveis. O filme estrelado por Christian Bale foi o destaque da semana no Concurso de Críticas do AdoroCinema. Hora do resultado!
O autor da crítica escolhida é… Diogo R. Parabéns, Diogo! Para receber o seu prêmio especial entre em contato com a nossa equipe através do e-mail “promocao@adorocinema.com”, colocando no assunto “Concurso de Crítica – (Êxodo)”.
Questionar a fidelidade de um filme sobre uma passagem bíblica é temerário, afinal, as próprias religiões que nela se baseiam divergem entre si sobre seus postulados. Ora, nesse caso, por que um roteirista precisa ser absolutamente fiel? É dessa premissa que parte "Êxodo: Deuses e Reis". Usa da liberdade criativa, mas não abusa, como fez "Noé". […] Seria injusto ignorar as pequenas falhas, como a absoluta insignificância do papel de Sigourney Weaver, a atuação rasa de Joel Edgerton e a participação diminuta e (portanto) frustrante de Ben Kingley (que, por outro lado, nas raras falas, mostra muito bem quem é e o porquê da sua fama). Mas também seria injusto condenar o filme por isso, que, não obstante essas três decepções do elenco, tem um John Turturro como nunca antes visto. […] Longe de ser ruim, muito longe de ser ótimo, "Êxodo: Deuses e Reis", analisado como um todo, não empolga, nem decepciona; não entedia, nem emociona. É apenas mais um filme a ser visto, com o condão de entreter sem ficar na memória por muito tempo.
Na média os leitores do AdoroCinema consideraram o filme “muito bom”. Outros destaques:
"Essa história não é mais considerada um mito por questões de achados arqueológicos e pela importância religiosa carecia de maior originalidade na tela. Os efeitos especiais foram interessantes mas o filme só irá impressionar ouvintes da bíblia, jamais os leitores ou estudiosos." – Ebenézer F.
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