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Cinema · · 2 min de leitura ·

Concurso de Críticas: Saiba de quem é a melhor opinião sobre Carrie – A Estranha

Concurso de Críticas: Saiba de quem é a melhor opinião sobre Carrie - A Estranha




Nova versão de clássico dos anos 1970 estreou nos cinemas brasileiros na sexta passada.

A nova versão de Carrie – A Estranha chegou aos cinemas disposto a ter vida própria, por mais que seja baseado em um livro famoso de Stephen King que já foi adaptado outras duas vezes, uma para o cinema e outra para a TV. Nesta semana pedimos aos leitores do AdoroCinema que avaliassem o longa-metragem estrelado por Chloë Grace Moretz, o filme da semana do nosso Concurso de Críticas. É hora de saber quem é o melhor texto enviado.

A autora do melhor texto desta semana foi… Thalita Uba. Parabéns! Para receber o seu prêmio especial, entre em contato com a nossa equipe através do e-mail promocao@adorocinema.com. Além disso, você pode conferir a sua crítica em destaque logo abaixo:

"Eu sempre achei estranho assistir a remakes. Convenhamos que ir ao cinema já sabendo todo o roteiro do filme é um tanto bizarro. Você já conhece a história, já sabe o que vai acontecer, quando vai acontecer, como os personagens vão reagir… E quando o filme original é daqueles aclamados pela crítica e por cinéfilos do mundo todo, é pior ainda. Todo mundo vai para o cinema esperando ver algo muito melhor – ou, ao que me parece, na maioria dos casos, vê o filme cheio de preconceitos e sai de lá falando que “o original é muito melhor”. É o que acontece com Carrie – A Estranha. E estou aqui hoje pra falar justamente o contrário do que a maioria dos críticos anda falando – o novo remake desse clássico do terror é, sim, um filme bacana." Leia a crítica completa! Nota: 3,5.

Outros leitores enviaram comentários que achamos interessantes, os quais você pode conferir logo abaixo!

"A história de King é atemporal, todos sabem o quão terrível e passional pode ser a crueldade dos jovens, mas não faria muito sentido recriar o clássico com a mesma cabeça de quem nasceu nos anos 70. (…) E o uso da tecnologia e toda adaptação para o século 21 foi bem sucedida (apesar de todos os personagens terem o mesmo celular, mas claro que o patrocínio não é culpa da diretora)", disse o leitor Patrick A. Nota: 4,5.

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