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Cinema · · 3 min de leitura ·

Entrevista – Colin Farrell fala sobre beijar a mulher do diretor

Entrevista - Colin Farrell fala sobre beijar a mulher do diretor




No Rio de Janeiro para divulgar o filme O Vingador do Futuro, o ator irlandês esbanjou simpatia e humor em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 12.

Em visita ao Brasil para divulgar O Vingador do Futuro, o ator Colin Farrell esteve no finalzinho da manhã desta quinta-feira, 12, para uma coletiva de imprensa com jornalistas e também uma mesa-redonda, no Hotel Marriott, em Copacabana. O AdoroCinema foi convidado para as duas sessões e abaixo você tem um panorama da coletiva.

Fazendo um estilo meio "rocker", com bracelete em um dos pulsos, pulseira no outro, tatuagem, brincos e a unha do dedão da mão direita pintado de preto, Farrell se mostrou simpático, bem humorado e, o melhor, nada econômico nas respostas. Questionado sobre o retorno aos filmes de ação, disse que a principal razão foi o roteiro que ele leu e gostou. O fato do diretor Len Wiseman ilustrar bem a conversa entre eles, desenhando as cenas, também ajudou bastante e achou isso incrível.

Por contracenar com duas gatas de Hollywood (Jessica Biel e Kate Beckinsale), a primeira pegadinha que fizeram com ele foi perguntar sobre ter a mulher do diretor (Beckinsale) como esposa no filme. Rápido no gatilho, provocou risos quando disse que não dava para repetir a cena do beijo. “É estranho beijar a mulher do diretor. Fazíamos o beijo e dizíamos que estava ótimo. As cenas eram feitas de primeira”, brincou.

Saindo totalmente do estereótipo do artista que gosta de valorizar demais a preparação para um papel assim ou assado para esta ou aquela produção, contou que basicamente tem a mesma preocupação em todos filmes que faz. Para ele, o mais importante será sempre o personagem e não o tamanho do filme. E concluiu ainda, sem o menor pudor, que encarou essa refilmagem com a mesma seriedade que encararia uma produção independente de US$ 50 mil. Lembrado do pequeno Ondine (2009), brincou com o tamanho dele, agradeceu a jornalista que disse ter assistido, salientou que foi ótimo trabalhar perto de casa e que adoraria repetir a experiência. "O que me move a escolher um personagem é uma boa história".

Sobre improvisação em cena, explicou que essa prática é bastante interessante e que ele até faz isso em alguns momentos antes de gravar. Por outro lado, foi taxativo: "Alguns roteiros são tão completos que não há necessidade de improviso." Evitando falar muito sobre o conteúdo do filme para não estragar surpresas, disse para os presentes que o que mais admira no seu personagem Douglas Quaid é a sua persistência.

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