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Cinema · · 2 min de leitura ·

Exclusivo: Cancun é aqui! Visitamos o set de Qualquer Gato Vira-lata 2

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Personagem de Rita Guedes ganha peso na continuação do filme de 2011, assumido pela dupla Roberto Santucci, na direção, e Paulo Cursino (roteiro).

Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, Cancun. Cancun?! Sim, graças à magia do cinema, o AdoroCinema esteve no México na última numa sexta-feira, 12 de dezembro, mesmo a quilômetros do mar. Nesse dia, em um auditório da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Conrado (Malvino Salvador) e Ângela (Rita Guedes) discutiam como se estivessem em um debate no balneário mexicano. Era o set de Qualquer Gato Vira-lata 2, a todo vapor.

E põe vapor nisso, já que o clima entre os personagens esquentou. Bem-sucedido profissionalmente, o professor de biologia de Qualquer Gato Vira-lata conseguiu editar em livro sua tese a respeito das relações amorosas – “Cualquier Gato Callejero Tiene una Vida Sexual Más Saudábel que la Nuestra”, em espanhol – e foi convidado para palestrar em um congresso na cidade turística.

Mal sabia o moço, no entanto, que ele teria concorrência. Pois, para o mesmo evento, foi convidada sua ex-mulher, que também escreveu um livro, mas baseado em um argumento oposto ao do namorado de Tati (Cléo Pires): “Cualquier Tapir Entiende Más Acerca de las Mujeres que un Hombre” – ou Qualquer Anta Entende mais de Mulheres do que um Homem, em português claro.

Pois o personagem de Guedes parece ser o que mais ganhou espaço na continuação do filme de sucesso de 2011 que atraiu mais de um milhão de pessoas aos cinemas. “No primeiro [filme], ela aparece só para causar confusão. Agora, a gente vai conhecê-la melhor, saber que é psicóloga, que escreveu um livro que contrapõe a teoria do Conrado. Ela não acredita em instinto”, explica a atriz, que veio de Los Angeles, onde vive, para participar das filmagens.

Enquanto os dois discutiam o sexo dos anjos – e a própria vida sexual – em frente à plateia de figurantes, Marcelo (Dudu Azevedo) interrompia o quiproquó, pedindo um papo reto com Conrado. “Bateu um peso na consciência e ele sentiu que estava fazendo uma grande burrada”, adiantou Dudu sobre a cena, um dos momentos finais do filme.

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