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Cinema · · 2 min de leitura ·

Exclusivo – Diretora fala sobre as dificuldades em rodar Marcelo Yuka no Caminho das Setas

Exclusivo - Diretora fala sobre as dificuldades em rodar Marcelo Yuka no Caminho das Setas




Daniela Broitman trabalhou por oito anos no documentário, atualmente em cartaz nos cinemas.

Conhecido nacionalmente graças ao trabalho como baterista e compositor d'O Rappa, Marcelo Yuka teve sua vida transformada em 9 de novembro de 2000. Ao impedir um assalto no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, ele levou nove tiros e ficou paraplégico. É a partir deste fato marcante que a história de sua vida é acompanhada no documentário Marcelo Yuka no Caminho das Setas, atualmente em cartaz nos cinemas.

O AdoroCinema conversou com a diretora do longa-metragem, Daniela Broitman, que falou sobre como nasceu a ideia do projeto e as dificuldades enfrentadas ao longo de oito anos de filmagens. O resultado do bate-papo você confere logo abaixo.

AdoroCinema: Como nasceu a ideia do filme e como foi sua aproximação com o Marcelo Yuka?

Daniela Broitman: Já conhecia o Marcelo, pois éramos amigos. É claro que o processo de fazer o filme nos aproximou, pois passamos a ter uma convivência ainda mais próxima. Foi justamente por conhecê-lo que quis muito fazer o filme e, por conhecer mais o Marcelo do que o Yuka, é que pude trazer este lado pouco conhecido dele. É um lado mais humano, de dúvidas e fraquezas, como existe em qualquer outro ser humano.

Daniela: Foi. Em um primeiro momento, quando liguei a câmera e era uma coisa mais informal, ele não se incomodava e até achava graça. Quando precisou assinar uma autorização de uso de imagem, aí começou a ficar um pouco mais complicado. Quando ele viu que era sério, começou a questionar sobre o porquê de fazer um filme sobre ele e que era muito novo para ter uma cinebiografia. Então teve sim esta dificuldade. Foi uma tarefa bem árdua, pois não é normal uma pessoa se expor assim e ter sua vida contada na telona.

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