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Cinema · · 2 min de leitura ·

Paulínia 2014: “Tive a sorte de ter sucesso financeiro. Agora, quero riscos”, diz Deborah Secco

Paulínia 2014: “Tive a sorte de ter sucesso financeiro. Agora, quero riscos”, diz Deborah Secco




Em coletiva de imprensa para divulgar filme Boa Sorte, atriz e diretora comentam como surgiu o projeto – e a ‘obsessão’ de Deborah pelo papel.

Depois de dizer que seu papel no filme Boa Sorte, de Carolina Jabor, representava “o primeiro passo para a artista que quero ser daqui para a frente”, a atriz Deborah Secco explicou o motivo, em coletiva para a imprensa, nesta sexta-feira, 25, no 6º Paulínia Film Festival.

“Profissionalmente, comecei minha carreira aos 8 anos de idade. E, naquela época, eu não tinha muita noção das minhas escolhas. Desde então, tive a sorte de ter sucesso financeiro e pude ajudar a minha família. O suficiente para viver com dignidade”, contextualizou a atriz, conhecida principalmente, até aqui, por personagens sensuais.

“Tive uma conversa com a minha mãe. ‘Foi ótimo chegar até aqui’, eu disse. ‘Mas só aceitar convites não me realiza mais. Eu quero escolher os temas que quero tratar, os personagens que quero viver. Talvez eu jogue fora tudo que a gente conquistou, mas eu quero assumir riscos’”, revelou.

Déborah contou que estava lendo Tarja Preta, uma antologia de contos que inclui o texto Frontal com Fanta (no qual o filme é baseado), de Jorge Furtado – que também assina o roteiro de Boa Sorte, ao lado do filho Pedro –, quando filmava a série de TV Decamerão – A Comédia do Sexo. Imediatamente, ela ficou interessada em comprar os direitos da história, sem sucesso.

Três anos depois, ela descobriu, almoçando com uma amiga em comum com a diretora, que Carolina Jabor estava para filmar o conto. “Ela (Deborah) me mandou um e-mail, pedindo um teste. Eu tinha pensado nela, mas também tinha outras atrizes em mente, não estava nada definido”, contou Carolina. “Aí, ela veio fazer o teste e eu não tive dúvida”.

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