Por que o destino de Capitão América não foi mais trágico? Roteiristas explicam

Atenção: a notícia a seguir contém spoilers de Capitão América: Guerra Civil. Se você ainda não assistiu ao filme, pare por aqui, vá ver e depois volte para ler.
Antes da estreia de Capitão América: Guerra Civil, muita gente ficou esperando ansiosamente que o final do filme seguisse os quadrinhos de Mark Millar e Steve McNiven, lançado em 2006, nos quais o longa foi livremente baseado. Alguns fãs, inclusive, comentaram que o final seria parecido com o de certa produção da DC que estreou esse ano… spoiler: Esse mesmo que você está pensando, Batman Vs Superman – A Origem da Justiça.
Para quem não sabe, a trama das HQs termina com uma grande morte, a de Steve Rogers (Chris Evans). Só que, no filme, isso não ocorreu e o Capitão América continuou vivinho da silva. Não era bem uma surpresa, afinal, Chris Evans já está confirmado no próximo longa da franquia, Vingadores 3: Guerra Infinita – Parte 1. Não que o personagem não pudesse morrer e voltar, é claro, mas os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely quiseram evitar a fadiga.
Eles explicaram, em entrevista ao site ComicBook, porque o destino de Rogers não foi mais trágico:
"Ei, nós nunca dissemos que alguém ia morrer!", começou explicando Stephen McFeely, e o diálogo se seguiu:
"Há uma decisão coorporativa de 'Nós queremos aquele cara lutando naquele filme, então não podemos matá-lo'. Mas, também, terminaria esse conflito que nós queríamos que continuasse confuso e mantivemos para que todo ainda esteja mal por esse embate que eles não concluíram", comentou Christopher Markus.
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