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Cinema · · 2 min de leitura ·

Star Wars – O Despertar da Força é maior estreia da semana (e uma das maiores de todos os tempos no Brasil)

Star Wars - O Despertar da Força é maior estreia da semana (e uma das maiores de todos os tempos no Brasil)




Longa-metragem é o sétimo filme da venerada franquia criada por George Lucas. Comédia dramática Mia Madre, drama histórico Labirinto de Mentiras e drama A Terra e a Sombra são outros destaques.

Que a Força esteja com os fãs de Guerra nas Estrelas. Estreia no Brasil nesta quinta-feira, um dia antes de seu lançamento nos Estados Unidos, o aguardado Star Wars – O Despertar da Força, de J.J. Abrams.

O sétimo longa-metragem da icônica saga iniciada em 1977 por George Lucas chega a nada mais, nada menos que 1.320 salas de cinema no circuito brasileiro. O número é um pouco menor do que o registrado na estreia de Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, que despontou em um número recorde de 1.339 salas em 2014, mas não deixa de mostrar a força da saga no país.

A trama de Star Wars – O Despertar da Força se passa 30 anos depois dos eventos de Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi. A história mostra ascensão da sombria Primeira Ordem, inspirada por Darth Vader e pelo Império, e os esforços da Resistência para lutar pelos valores dos Rebeldes.

O filme traz o retorno de personagens clássicos como Han Solo (Harrison Ford), Leia (Carrie Fisher), Luke Skywalker (Mark Hamill) e Chewbacca (Peter Mayhew) e apresenta novos nomes no elenco, como Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, Lupita Nyong'o, Andy Serkis, Gwendoline Christie e Domhnall Gleeson.

As demais estreias, em circuito bem mais modesto são o drama alemão Labirinto de Mentiras, escolhido para representar o país na disputa por uma vaga entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro; a comédia dramática franco-italiana Mia Madre, de Nanni Moretti; o filme de terror iraniano Garota Sombria Caminha pela Noite; o drama A Terra e a Sombra, co-produção de cinco países, incluindo o Brasil que venceu a Camera D’Or no Festival de Cannes; e o documentário brasileiro Hysteria.

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