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Cinema · · 2 min de leitura ·

Supermax: “A gente foi livre para imaginar. Esta é a grande diferença que podemos propor neste momento à TV brasileira”

Supermax: "A gente foi livre para imaginar. Esta é a grande diferença que podemos propor neste momento à TV brasileira"




Confira os principais destaques da coletiva de Supermax, a ainda inédita série de terror produzida pela Rede Globo.

O que esperar de Supermax? Pelos trailers e clipes já divulgados, pode-se perceber um nítido apuro estético na produção desta ambiciosa série que busca trazer para a TV aberta o conceito do terror e do suspense, em uma história que reúne 12 participantes de um reality show em um presídio localizado em plena Amazônia.

Por mais que na série o presídio esteja em meio à floresta, na vida real ele foi construído no Projac, na sede da Rede Globo no Rio de Janeiro. O AdoroCinema visitou o local e lá pôde conferir todas as peculiaridades deste ambiente sombrio e clasutrofóbico, onde boa parte da ação se desenrola. Foi lá também que o showrunner José Alvarenga, o diretor José Eduardo Belmonte e seis dos roteiristas deram uma concorrida coletiva, revelando detalhes que você confere logo abaixo.

Vale lembrar que Supermax estreará na TV em 20 de setembro, com episódios semanais.

Não é exagero dizer que Supermax é bem diferente de tudo que já foi produzido pela Rede Globo até então. "Supermax tem o viés do terror, mas também de outros gêneros. O interessante do programa é este cruzamento", explicou José Alvarenga. "Ele tem uma parte de thriller policial muito forte, outra sobre o horror, que é quando as pessoas demonstram uma desumanidade inesperada. O terror faz parte também, assim como o suspense e o romance."

O showrunner revelou ainda qual foi a grande inspiração para a criação da nova série. "A base que serviu de inspiração para que contássemos esta história foi a primeira temporada de True Detective. Fiquei muito impressionado com aquela coisa satânica e pagã que se passava em um mundo esquecido no sul dos Estados Unidos. Achava que a gente tinha que ir por aí, explorar nossas origens africanas e místicas. Isso nos levou à ideia de procurar pessoas que acreditam em trabalhos sobre a lucidez do mal."

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