The Walking Dead: Greg Nicotero defende o teor de violência do primeiro episódio da temporada

Produtor e diretor do episódio explica que as decisões terão consequências futuras para o grupo.
Para o bem ou para o mal, a estreia da temporada de The Walking Dead surpreendeu. O episódio "The Day Will Come When You Won't Be" respondeu à pergunta que pairava no ar há seis meses. E o fez de forma bastante violenta e escancarada.
O nível de violência das mortes cometidas por Negan certamente está um patamar acima daquilo a que The Walking Dead se habitou ao longo das últimas seis temporadas, e isso causou um incômodo em boa parte dos fãs e também na crítica. Nas redes sociais, foi comum encontrar mensagens e publicações de pessoas anunciando (talvez não pela primeira vez) que estariam largando a série após a "violência gratuita" do episódio 7.01.
A este respeito, o produtor e diretor do episódio Greg Nicotero falou a um grupo de jornalistas nesta segunda-feira. Ele respondeu:
"Nós fizemos uma coisa para afetar essas pessoas de forma que elas não sabem necessariamente como processar. (…) O espírito [de Glenn e Abraham] vive. Há mais história a ser contada com o resultado do que aconteceu com aquelas pessoas. Eu vejo isso de forma um pouco diferente. Essa série ainda tem muitas histórias a oferecer."
"O desenrolar das mortes não teme abusar do gore (…) mas não deixa de ser emocionante. A principal razão disso é o foco se preocupar em mostrar as reações desesperadas dos sobreviventes, dando destaques merecidos a Eugene (Josh McDermitt) e Rosita (Christian Serratos) pela morte de Abraham (Michael Cudlitz), e a Maggie (Lauren Cohan) por Glenn.
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