Top 5: Falhas (científicas) em filmes de ficção cientifica

Quem nunca desejou visitar um dos mundos incríveis criados pelos filmes e séries de ficção científica, onde o espaço é só mais uma fronteira a ser explorada, a comunicação com alienígenas é fluente e instantânea e as batalhas espaciais são emocionantes e repletas de explosões massivas?
Acontece que muitas dessas cenas que vemos nos cinemas e em séries de TV nem sempre batem com aquelas aulinhas de física que tivemos no ensino médio. Muitas dessas produções que se dizem "científicas" pecam justamente no quesito da ciência e acabam se tornando fantasia. Aliás, são poucas que se salvam em termos de "leis da física". Por isso, o AdoroCinema separou cinco falhas (científicas) cometidas nesses filmes. Confira abaixo e conte para a gente: você já notou algum outro erro?
Já notou que, a cada vez que um planeta novo é introduzido em um filme de ficção científica, ele tem o mesmo sistema ecológico em toda a sua superfície? Isso é bastante evidente nas franquias Star Trek e Star Wars – por exemplo, Tatooine é todo coberto de areia, como vemos em Guerra nas Estrelas, e Hoth tem a superfície toda de gelo, como é mostrado em O Império Contra-ataca. Nenhum é tão rico em ecossistemas como a Terra e, tudo bem, o universo é imenso e diversificado. Entretanto, para um planeta manter a vida, seria preciso fornecer água e outros recursos importantes para a sobrevivência. E, a menos que um mundo viva do comércio com outros planetas, como sustentaria a vida? Vale lembrar que estamos falando da vida no sentido como a conhecemos, de formas baseadas em carbono.
Sabe aquela comunicação fluente e clara entre humanos e alienígenas que vemos em muitos filmes? Não é impossível, mas também não está muito perto da realidade. Pense bem: se encontrássemos extraterrestres, além de levar anos para traduzirmos uma linguagem inteiramente nova, teríamos que levar em consideração que a língua tenha conceitos que desconhecemos completamente. Por exemplo, muitas culturas não entendem o nosso conceito de "saudade", pois a palavra só existe na língua portuguesa, não tendo correspondência direta em outros idiomas. Claro que nada disso importaria se os alienígenas se comunicassem com a mente ou por meios não-audíveis – o jeito, talvez, seria estabelecermos uma linguagem de sinais para nos compreendermos mutuamente. Algumas produções criaram meios de contornar isso, usando tecnologias futuristas (e pouco prováveis de virarem realidade): Jornada nas Estrelas apresenta um aparelho que funciona como tradutor universal, que identifica a linguagem falada e traduz simultâneamente.
Pode esquecer todas aquelas explosões enormes e barulhentas! Infelizmente, quase todo filme de ficção científica comete o erro de mostrar explosões no espaço, o que, fisicamente, é impossível. No vácuo do espaço sideral, não há oxigênio e, portanto, não há chamas e, claro, estrondos. Uma explosão só ocorreria de forma breve e reduzida caso acontecesse dentro de uma nave, pois usaria o oxigênio contido nela – assim que o gás…
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