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Games · · 2 min de leitura ·

8 jogos brasileiros que vale a pena conferir na BGS 2015

8 jogos brasileiros que vale a pena conferir na BGS 2015




Algumas das maiores distribuidoras e desenvolvedoras de games do mundo estão apresentando seus produtos em estandes colossais na Brasil Game Show, maior feira de jogos eletrônicos da América Latina realizada esta semana em São Paulo. Porém, quase escondido nos cantos mais distantes do centro de convenções Expo Center Norte, estúdios brasileiros mostram suas criações para o público experimentar e opinar.

São trabalhos feitos por equipes pequenas – às vezes, apenas três ou quatro pessoas – que mostram a paixão de jovens estudantes, programadores e designers pelo mundo dos games. Separamos alguns dos melhores títulos independentes em exposição que você precisa conhecer e prestigiar caso visite a BGS este ano.

Lançado para PC em 2015, esse divertido plataforma de rolagem lateral já ganhou diversos prêmios em diferentes festivais e está à disposição de quem visitar o Pavilhão Indie na BGS. No game, você controla Aritana, um jovem índio que precisa encontrar o último ingrediente para o ritual que salvará a vida do cacique de sua tribo: a tal Pena da Harpia.

A jogabilidade lembra clássicos como Donkey Kong, Tarzan e Rayman, com fortes referências à cultura indígena brasileira, como o respeito à natureza e a vibrante paleta de cores. Desenvolvido pelo estúdio paulista Duaik, o game faz parte do programa ID@Xbox, que leva títulos independentes para o console da Microsoft.

Criado pelo produtora paulista Odin Game Studio, este jogo segue as desventuras de um homem perdido em uma ilha deserta. Os desenvolvedores contam que a ideia original era que o objetivo fosse sair da ilha, mas, com o tempo, viram que a graça mesmo era criar um ambiente hostil e perigoso onde o jogador tivesse que fazer de tudo para sobreviver ali mesmo, como no filme “Náufrago”.

Basicamente, você precisa saciar a sede e fome do personagem, além de procurar abrigo durante a noite e proteger-se dos perigos da ilha – incluindo animais selvagens e as força da natureza, claro. Para isso, é preciso explorar o cenário em busca de materiais que possam ser usados na produção de ferramentas.

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