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COD Next 2026: primeiras impressões do beta e experiência no Nintendo Switch 2

COD Next 2026: primeiras impressões do beta e experiência no Nintendo Switch 2




No multiplayer, testamos o modo Captura de Bandeira (Capture the Flag), em partidas 6v6:  grupos de seis jogadores por time, com o objetivo de invadir o lado adversário, pegar a bandeira e trazer de volta para a sua base. Mesmo dentro dessa única experiência, já deu para perceber diversos pontos de atenção e de elogio, que vou detalhar abaixo.

Para testar a nova plataforma, escolhi jogar direto no Nintendo Switch 2. O jogo ocupa um pouco menos de 30GB, o que considero um tamanho de instalação bom para os padrões atuais. Joguei sem estar na dock, direto no console, a 60FPS. A experiência foi fluida, sem travamentos ou crashes no meio das partidas. Para um FPS competitivo rodando em modo portátil, isso já é um ponto positivo relevante.

Experimentei tanto o modo mouse — que, inclusive, o próprio jogo recomenda ao entrar — quanto o Joy-Con acoplado. Isso é questão de gosto, mas me adaptei muito melhor ao Joy-Con. O modo mouse é bem sensível, e em um jogo que depende de velocidade e precisão, essa é uma configuração importante de acertar. Daria para ajustar melhor a sensibilidade, mas com apenas 2h de teste, preferi focar em outras questões. De toda forma, diferente de um mouse comum, os botões ficam em posições que achei mais difíceis de manejar. Já no Joy-Con, tive uma boa resposta aos comandos, sem sentir delay que prejudicasse a dinâmica do jogo.

Não havia sistema de matchmaking segmentado por console, ou seja, estava jogando junto com pessoas no PS5, Xbox Series X|S e PC. Isso significa que alguns jogadores acabam tendo vantagem de hardware: mais FPS, configurações melhores, mais detalhes na tela e, possivelmente, respostas mais rápidas. Não que eu seja uma jogadora excelente, mas em alguns momentos era difícil até localizar onde estava o inimigo.

Modern Warfare 4 entrega uma boa imersão em diversos aspectos. A experiência sonora foi um dos destaques: dependendo do fone, dá para ouvir bem a direção dos tiros, o que ajuda bastante na leitura do combate. Houve relatos feitos em PC que apontaram o som dos passos como excessivamente alto — algo que a própria Infinity Ward já reconheceu e começou a ajustar em patch ainda durante o fim de semana de testes. No Switch 2, com fone, não senti esse incômodo, mas é um ponto que vale observar.

Em relação à precisão da balística, a experiência também foi satisfatória: o sistema de mira sem randomização de dispersão, batizado de “Ballistic Authority”, pareceu ter bem pouco desvio entre onde você mira e onde a bala realmente acerta. Isso ajuda bastante jogadores menos experientes, como eu, que ainda estão pegando o jeito do jogo.

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