Fomos até a TecToy testar o Zeenix Pro de perto: veja como foi

O Zeenix, handheld nacional da Tectoy, já rendeu bastante discussão no mercado gamer brasileiro desde o anúncio, mas nada substitui colocar a mão no produto. E foi exatamente isso que fizemos: o Olhar Digital teve a oportunidade de visitar o escritório da TecToy, em São Paulo, para ver de perto os consoles da linha e testar o Zeenix Pro na prática, além de matar a saudade com toda a nostalgia dos produtos antigos expostos por lá.
Além de rever clássicos que marcaram gerações, tivemos a oportunidade de conversar com Eddy Antonini, head de produtos da linha Zeenix na TecToy, que explicou de perto as diferenças entre os modelos Lite e Pro e o raciocínio por trás de cada configuração.
Um detalhe que chamou atenção: o SAC da empresa não é terceirizado. Ele opera dentro do próprio escritório, junto com a engenharia — o que facilita não só o suporte ao cliente, mas também o fluxo de sugestões de melhoria vindas diretamente dos consumidores para dentro do produto. Num mercado em que suporte nacional é justamente o principal diferencial de venda do Zeenix frente aos handhelds importados, ver isso funcionando de perto pesa a favor da marca.
O Zeenix é uma linha de PCs portáteis com Windows 11, pensada para rodar desde jogos indie e emulação até títulos AAA, dependendo da configuração. A Tectoy vende o produto como “o primeiro nacional” do segmento, com certificação da Anatel e suporte técnico local: o principal gancho contra concorrentes importados, que deixam o consumidor brasileiro na mão quando o assunto é assistência técnica.
A linha se divide em dois modelos: Zeenix Lite e Zeenix Pro, mirando públicos bem diferentes.
Na prática, o Lite mira o jogador casual, fã de retrô e de indies mais leves. Já o Pro entra na conversa séria com Steam Deck e ROG Ally, com hardware para sustentar jogos mais exigentes.
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