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Games · · 2 min de leitura ·

Hackers invadem a Electronic Arts e roubam código-fonte de ‘FIFA 21’

Hackers invadem a Electronic Arts e roubam código-fonte de 'FIFA 21'




Hackers teriam roubado 780 GB de dados de jogos da Electronic Arts, de acordo com a Motherboard. Os arquivos supostamente incluem o código-fonte de ‘FIFA 21’ e da engine Frostbite, que alimenta títulos como ‘The Sims’ e ‘Battlefield’. A EA confirmou que sofreu um ataque e que as informações listadas pelos cibercriminosos são dos dados que foram roubados, mas garantiu que nenhum dado do jogador foi obtido.

“Estamos investigando um recente incidente de intrusão em nossa rede, onde uma quantidade limitada de código-fonte de jogo e ferramentas relacionadas foram roubados”, afirmou a empresa em comunicado enviado ao Motherboard. “Após o incidente, já fizemos melhorias na segurança e não esperamos nenhum impacto em nossos jogos ou negócios”, completa a nota.

Os hackers publicaram parte dos códigos em fóruns clandestinos. Nessas postagens, os criminosos afirmam que roubaram o código-fonte de ‘FIFA 21’, bem como o código de seu servidor de matchmaking. Outras informações roubadas incluem estruturas proprietárias da EA e kits de desenvolvimento de software (SDKs) que agilizam a criação de jogos.

O objetivo dos criminosos é vender o pacote de dados. “Vocês têm capacidade total de exploração em todos os serviços da EA”, afirmam os hackers. “Estamos trabalhando ativamente com os encarregados da aplicação da lei e outros especialistas como parte desta investigação criminal em andamento”, reforçou a Electronic Arts.

No início de 2021, diversos dados da CD Projekt RED foram roubados por hackers, incluindo os códigos-fonte de ‘Cyberpunk 2077‘ e a nova versão de ‘The Witcher 3‘ que ainda deve ser lançada em 2021. Assim como no caso da EA, os arquivos chegaram a ser leiloados na deep web – e começaram a ser vazados na internet.

De acordo com o portal Data Breaches, os hackers estão usando os dados roubados para promover o lançamento de um novo site de vazamentos. O grupo pretende – para quem fizer uma doação “ao fundo”, cuja meta é US$ 10 mil – tornar todos os materiais públicos e fornecer senhas de diferentes arquivos.

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