Logitech G Racing Series: a grande final que levou o Sim Racing brasileiro para a pista real

No sábado, dia 8 de agosto, a Logitech G me convidou para acompanhar a final do Racing Series no Circuito Panamericano, pista de testes da Pirelli em Elias Fausto, interior de São Paulo. De um lado da área de boxes, cockpits de simulador ligados. Do outro, Fórmula Vee de verdade, motor ligado, esperando os cinco pilotos que passaram os últimos 39 dias competindo por uma vaga ali.
O Logitech G Racing Series nasceu para celebrar o lançamento da linha RS (Racing Series), a nova geração de volantes, pedais e câmbios da marca voltada para quem já domina o básico do Sim Racing e quer profissionalizar o setup em casa. A competição juntou mais de 3.500 inscritos de todo o Brasil, cinco equipes formadas em draft e uma final que misturou curso teórico, disputa virtual e pela primeira vez para a maioria deles, um carro de corrida real.
O Racing Series foi dividido em quatro fases, todas com inscrição gratuita e abertas a qualquer entusiasta de Sim Racing maior de 18 anos com CNH Classe B ou superior — um dos pré-requisitos porque, spoiler, a fase final envolvia dirigir de verdade.
A abertura foi só tempo de volta. As tomadas de tempo aconteceram no simulador Automobilista 2, e cada participante podia registrar seu tempo jogando a versão demo gratuita de qualquer lugar, ou presencialmente nas lojas parceiras que receberam estações de prova: Fujioka, Kalunga, Fast Shop, Nagem e Progaming. Ao fim da seletiva, os 50 pilotos mais rápidos avançaram para a próxima fase.
Com os 50 classificados, a Logitech G formou cinco equipes de dez pilotos cada, e cada equipe ganhou um influenciador e um piloto-coach para guiar a preparação até a etapa virtual.
Três etapas — Interlagos, Velocitta e Cascavel — decidiram, dentro de cada equipe, quem chegaria à grande final. Ao final da disputa interna, cada uma das cinco equipes elegeu seu representante, fechando o grupo de cinco finalistas.
Entre para comentar.