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Games · · 1 min de leitura ·

Muito além dos estereótipos: personagens LGBT+ que marcaram a história dos videogames

Muito além dos estereótipos: personagens LGBT+ que marcaram a história dos videogames




Durante décadas, personagens LGBT+ apareceram nos videogames de forma tímida, muitas vezes limitados a subtextos ou interpretações dos fãs. Nos últimos anos, porém, grandes franquias passaram a apresentar protagonistas e personagens secundários com orientações sexuais e identidades de gênero confirmadas oficialmente pelos próprios estúdios.

A mudança ajudou a ampliar a diversidade das narrativas e permitiu que milhões de jogadores se vissem representados em alguns dos maiores sucessos da indústria. De RPGs a jogos de ação, personagens LGBT+ hoje fazem parte de franquias como Cyberpunk 2077, The Last of Us, League of Legends, Baldur’s Gate 3, Dragon Age e muitas outras.

A Night City criada pela CD Projekt Red reúne personagens de diferentes orientações e identidades.

O protagonista V pode ser interpretado como bissexual ou pansexual, dependendo das escolhas de romance feitas pelo jogador durante a campanha.

Outro destaque é Kerry Eurodyne, integrante da banda Samurai e um dos romances disponíveis no jogo. Os desenvolvedores já confirmaram que Kerry é bissexual com forte preferência por homens.

Já Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves, também é descrito como bissexual, informação presente em diálogos e materiais oficiais do universo de Cyberpunk 2077.

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