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Games · · 1 min de leitura ·

Mundos abertos têm limite? O desafio de criar mapas enormes que continuam divertidos

Mundos abertos têm limite? O desafio de criar mapas enormes que continuam divertidos




Durante anos, a indústria dos games viveu uma corrida silenciosa para construir mundos cada vez maiores. A cada novo lançamento, o mapa precisava ser maior que o anterior, com mais atividades, mais colecionáveis, mais horas de conteúdo e mais quilômetros quadrados para explorar.

A resposta é curiosa: tecnicamente, talvez não. Mas em termos de experiência do jogador, definitivamente sim.

Na década passada, o tamanho do mapa virou uma poderosa ferramenta de marketing. Jogos como The Elder Scrolls V: Skyrim, Grand Theft Auto V e The Witcher 3 mostraram que era possível criar universos vastos, repletos de histórias, exploração e liberdade.

O sucesso desses títulos criou uma percepção de mercado: os jogadores queriam mundos maiores.

A partir daí, começou uma espécie de competição informal. Cada novo AAA precisava prometer centenas de horas de conteúdo, dezenas de regiões exploráveis e mapas que pareciam não ter fim.

Muitos dos maiores mundos abertos da atualidade sofrem do mesmo problema: excesso de espaço e escassez de significado.

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