Review: Cotton Reboot, o pai dos shmups “fofinhos”, chega ao Switch

Quando se pensa em “jogos de nave“, também conhecidos como “shmups” (do inglês “shoot’em ups”, literalmente algo como “atire neles”), a primeira coisa que vem à cabeça é um cenário de ficção científica, com espaçonaves avançadas usando lasers contra inimigos gigantescos que ameaçam seu planeta/sistema solar/galáxia/universo.
Mas um gênero tão antigo (um dos primeiros jogos foi Space Invaders, de 1978) e popular certamente irá dar origem a “subgêneros” mais especializados. E um deles foi apelidado de “Cute’em ups”, jogos onde espaçonaves e monstros são substituídos por coisas mais “fofinhas”.
Há muitos exemplos desse gênero, como as séries Parodius e Twinbee da Konami, Fantasy Zone da Sega, ou Cotton, da Success. E é esta série, mais especificamente o primeiro jogo (Cotton: Fantastic Night Dreams, de 1991) que está chegando ao Nintendo Switch em Cotton Reboot.
A história de Cotton, lançado originalmente nos arcades, é um tanto absurda: o reino das fadas caiu sob a escuridão depois que monstros destruíram um prisma que garantia a chegada da manhã. Desde então, seus habitantes estão sob uma noite eterna, sem saber como fazer o dia retornar.
Desesperada, a fada Silk resolve sair para pedir ajuda e acaba encontrando a bruxinha Cotton. Ela não se importa nem um pouco com o que está acontecendo, mas tem um ponto fraco: um tipo de doce chamado Willow. E as fadas produzem o melhor Willow que há.
Então, um acordo é feito: se Cotton derrotar os oito monstros que assolam o mundo das fadas, ganhará oito Willow especiais. E se todos forem reunidos, se transformarão em um “Great Big Willow”, ainda maior e mais delicioso.
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