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Games · · 2 min de leitura ·

Review de ‘The Last of Us 2’: o encerramento que a geração precisava

Review de 'The Last of Us 2': o encerramento que a geração precisava




Quando foi lançado em 2013, o primeiro ‘The Last of Us‘ fez um enorme sucesso e se tornou um dos jogos mais importantes da indústria. Seja pelas mecânicas implementadas – exaustivamente copiadas em jogos lançados em seguida – ou pela história tão bem construída que faz com que o jogador tenha uma mistura de emoções enquanto joga, fato é que o título fez história e é lembrado até hoje.

Isso fez com que uma continuação se tornasse quase uma obrigação. Eis que, sete anos depois, finalmente podemos ter uma ideia de como estão Ellie e Joel após os eventos finais do game original.

Os desafios enfrentados pela Naughty Dog para fazer essa sequência foram enormes. A expectativa do público é um deles, mas também havia a pressão de criar algo que não só superasse o original, mas que também agradasse o público e a crítica.

Não quero dar spoilers ou adiantar as coisas, mas posso dizer que a empresa conseguiu alguns desses feitos – e digo mais, podemos considerar esse um dos maiores e melhores jogos da geração PlayStation 4.

Mais uma vez temos uma história que se destaca não só pelo desenvolvimento dos personagens e de suas relações, mas também por mostrar que a vingança nem sempre é o melhor caminho. Nunca o ditado “olho por olho, dente por dente” fez tanto sentido.

Iniciamos o jogo ouvindo Joel contar ao irmão, Tommy, o que aconteceu no hospital do qual salvou Ellie no fim do game original. Em seguida, somos brindados pelo personagem cavalgando em direção a um pôr do sol de tirar o fôlego – talvez uma das paisagens mais bonitas de todo o jogo. Para não dar mais spoilers, vamos à história de um modo mais geral.

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