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Games · · 2 min de leitura ·

Review de ‘The Medium’: uma ótima homenagem aos clássicos do terror

Review de 'The Medium': uma ótima homenagem aos clássicos do terror




Quando foi anunciado, ‘The Medium’ tinha a promessa de utilizar todo o potencial dos SSDs da geração Xbox Series. Isso porque o game conta com um sistema de dois mundos, que rodam simultaneamente durante a jogatina.  

No entanto, felizmente, o game é muito mais que isso. Aqui temos um exemplar bastante consistente de um game next-gen, bem como uma verdadeira homenagem e um retorno às raízes dos survival horror clássicos – os fãs da trilogia original de ‘Resident Evil’ logo notarão as semelhanças.  

No game, controlamos Marianne, uma médium que, desde que se entende por gente, consegue transitar entre o mundo real e o espiritual – lugar como um limbo, um limiar entre a vida e a morte.  

Isso faz com que a personagem considere essa sua habilidade uma maldição – que, além de atormentá-la, faz com que suas famílias adotivas não fiquem muito tempo com ela, já que a consideram uma menina problemática.   

Eis que, um dia, após perder as esperanças, Marianne é adotada por Jack, dono de uma funerária, que vê a habilidade da garota como um presente. Desde então, a moça ajuda seu adotante nos serviços do local.  

Um dia, Jack falece e Marianne é a responsável por preparar o corpo para o funeral. A situação não é nada fácil para a moça – e o momento é responsável por uma das primeiras partes tensas do jogo.  

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