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Games · · 3 min de leitura ·

Review: ‘Ghost of Tsushima Director’s Cut’ beira a perfeição em estética e jogabilidade

Review: 'Ghost of Tsushima Director's Cut' beira a perfeição em estética e jogabilidade




O termo é polêmico no meio gamer, porém não há como deixar de afirmar que a versão do diretor (do inglês, director’s cut) de ‘Ghost of Tsushima’ traz o mais próximo da perfeição em estética e jogabilidade. Lançado em 2020 pela Sucker Punch, a edição especial consolida o título como um dos melhores exclusivos da Sony e alcança o status de obra-prima ao trazer um novo e atrativo capítulo para os jogadores deem uma segunda chance à épica aventura no Japão feudal, bem como um notável upgrade visual graças ao avançado sistema do PlayStation 5 (PS5).

Com a expansão de história que se passa na ilha Iki, um cenário inédito, junto a atualizações que melhoram a qualidade de vida do jogo, funções específicas do novo console da Sony, além de novidades para modo multiplayer Legends, o ‘Director’s Cut’ traz renovo perfeito à história de Jin e não só pode, como deve, fazer com que os jogadores retornem (ou adentrem pela primeira vez) à Tsushima em uma viagem que era esplêndida… e ficou ainda melhor!

Tal qual o review feito de ‘Days Gone’ para PC, não irei me alongar muito quanto à trama do jogo em questão, visto que estamos falando de um título lançado em 2020. No entanto, saiba que a história de ‘Ghost of Tsushima’ é situada em 1274 e gira em torno do último samurai, Jin Sakai, durante a primeira invasão Mongol no Japão. No decorrer da história, o protagonista precisa dominar um novo estilo de luta para derrotar as forças inimigas, salvar o tio e lutar pela liberdade e independência do Japão.

O retorno à ilha em ‘Director’s Cut’ foi feito como uma chance de responder e agradecer ao feedback da comunidade, além de melhorar a experiência geral de maneiras que não eram possíveis antes. A versão do game não adiciona novas posturas ou armas, mas detalhes simples como uma armadura e habilidade inédita de atacar para o cavalo de Jin são pequenas melhoras bem-vindas à experiência. A sincronização labial para personagens com dublagem em japonês, algo extremamente solicitado pelos fãs, também chega em boa hora para uma melhor imersão na história.

Quanto ao conteúdo do jogo principal, ‘Ghost of Tsushima’ agora adiciona a capacidade de repetir duelos e missões anteriores – principais e secundárias. A rejogabilidade do duelo é emocionante, pois os jogadores podem voltar e lutar contra inimigos específicos para experimentar o intenso combate de espadas quando bem entenderem sem precisarem começar um novo jogo. E, de qualquer forma, todos os aspectos novos ficam melhores graças a ele: o PS5.

Perdoem-me os players de PS4 e PS4 Pro, que terão vantagens bacanas ao adquirirem a novíssima versão do diretor, mas quando se trata dos detalhes do PS5, o jogo beira a perfeição em estética e jogabilidade. O upgrade gráfico (que nem precisava tanto, pois o título já impressionava nesse aspecto) é visível demais e torna toda a experiência mais rica em detalhes e um deleite para os olhos de quem joga ou acompanha.

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