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Games · · 2 min de leitura ·

US$ 80 por um jogo: os games estão caros demais ou finalmente cobrando o que valem?

US$ 80 por um jogo: os games estão caros demais ou finalmente cobrando o que valem?




Durante anos, os jogadores se acostumaram a reclamar quando um novo preço surgia na indústria. Foi assim quando os jogos passaram de US$ 50 para US$ 60. Depois, de US$ 60 para US$ 70. Agora, basta abrir qualquer rede social para encontrar milhares de comentários criticando os primeiros títulos anunciados por US$ 80.

Mas será que os jogos realmente ficaram caros demais? Ou estamos diante de uma realidade que a indústria vinha adiando há anos?

A discussão ganhou força após a Nintendo anunciar jogos do Switch 2 nessa nova faixa de preço, e rapidamente outras publishers começaram a sinalizar que esse poderá ser o novo padrão para os grandes lançamentos.

Durante muito tempo, o preço dos jogos permaneceu praticamente congelado, enquanto o custo para produzi-los crescia em um ritmo acelerado. Hoje, desenvolver um blockbuster exige equipes com milhares de profissionais espalhados pelo mundo, ciclos de produção que ultrapassam cinco anos e investimentos que rivalizam com grandes produções de Hollywood.

Embora a Rockstar nunca tenha confirmado oficialmente o orçamento do jogo, diversas estimativas da indústria apontam que GTA VI pode se tornar o game mais caro da história, considerando desenvolvimento, marketing e toda a estrutura envolvida em mais de uma década de produção. Independentemente do número final, fica evidente que estamos falando de um projeto em uma escala jamais vista.

Títulos como Cyberpunk 2077, Marvel’s Spider-Man 2, Call of Duty, Assassin’s Creed Shadows e The Last of Us Part II representam uma nova geração de produções extremamente ambiciosas, com captura de movimentos, dublagem em dezenas de idiomas, mundos gigantescos, servidores globais e anos de suporte após o lançamento.

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