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Games · · 2 min de leitura ·

Veja como os games afetam sua vida (mesmo que você não jogue!)

Veja como os games afetam sua vida (mesmo que você não jogue!)




Resolver problemas é uma das atividades mais corriqueiras do cérebro: esse órgão é especialista nessa função. É por isso que todo indivíduo tem, em algum grau, interesse em jogos – afinal, eles são exatamente isso: atividades de solução de problemas.

E, de mansinho, eles estão chegando ao mercado corporativo, nos segmentos de negócios mais distintos: a lógica dos desafios hoje faz parte do conceito de trabalho de muitas empresas. Com isso, além de terem se transformado em profissão e esporte, os jogos têm permitido que as empresas alcancem seus objetivos de forma bastante consistente.

Quer um exemplo? Que tal chamar os amigos para ajudá-lo a conseguir um preço menor em algum produto? Ou competir com eles para comprar um item por R$ 1? Isso é possível na plataforma de social commerce Facily.

Como a gamificação atrai os consumidores, as empresas têm procurado oferecê-la a eles. E, muitas vezes, o usuário nem se dá conta de que está jogando. Especialmente quando não há elementos lúdicos – como avatares, por exemplo – na atividade. E, diferentemente do que alguns imaginam, quando se fala em gamificação, a ludicidade nem sempre é necessária.

Um dos aspectos mais positivos da gamificação é o engajamento que essa técnica garante. Isso acontece porque todo mundo tem perfil de jogador: pode ser com sentido de conquistar, apenas para socializar, com instinto de predador ou para explorar as possibilidades.

Outro motivo para a intensificação do uso da gamificação no mundo corporativo é o fato de que preconceito em relação a ela parece estar sendo superado – em muitos contextos, os jogos já são vistos como quaisquer outras ferramentas. E já há estudos que indicam que o recurso pode ser protagonista na solução de problemas complexos.

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